O cuidado entre as sessões de hemodiálise, da pressão aos exames e à avaliação para transplante, com a Dra. Jéssica Miari, nefrologista em Ipanema.
Falar no WhatsApp
Quem faz hemodiálise precisa de cuidado também entre as sessões. A Dra. Jéssica Miari, nefrologista no Rio de Janeiro, faz o acompanhamento em hemodiálise no consultório de Ipanema ou por vídeo: revisa exames e remédios, cuida da pressão, da anemia, do cálcio e do fósforo, orienta líquidos e alimentação e avalia o caminho para o transplante.
A rotina da diálise é intensa, e é comum sentir que as sessões ocupam todo o espaço do cuidado. O acompanhamento nefrológico no consultório complementa esse tratamento.
A hemodiálise é um tratamento que filtra o sangue por uma máquina quando os rins já não conseguem fazer esse trabalho, na fase mais avançada da doença renal crônica. Durante a sessão, o sangue passa por um filtro especial, que retira o excesso de líquido e parte das substâncias que o corpo precisa eliminar, e volta limpo para o corpo. Em geral, as sessões acontecem algumas vezes por semana, em uma clínica de diálise, conforme a prescrição da equipe.
A hemodiálise substitui uma parte importante da função dos rins, mas não toda. Os rins também ajudam a produzir os glóbulos vermelhos, a manter os ossos fortes, a equilibrar o cálcio e o fósforo e a controlar a pressão. Por isso, quem está em diálise costuma precisar de remédios, ajustes na alimentação e exames regulares para cuidar dessas funções. É aí que entra o acompanhamento entre as sessões.
A Dra. Jéssica Miari é médica nefrologista com Registro de Qualificação de Especialista (RQE 52916), com residência em Nefrologia no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). No consultório, o acompanhamento nefrológico de quem faz hemodiálise inclui:
O acompanhamento é feito em diálogo com a equipe da clínica de diálise, que conduz as sessões. A Dra. Jéssica explica cada exame em palavras simples e monta o plano junto com você.
A tabela abaixo resume os temas mais comuns. Os alvos e os ajustes são sempre individuais, conforme os exames, o laboratório e a pessoa.
| Tema | Por que importa | O que costuma ser feito |
|---|---|---|
| Pressão arterial | O excesso de líquido entre as sessões eleva a pressão e sobrecarrega o coração | Controle do ganho de peso entre as sessões, menos sal e ajuste dos remédios |
| Anemia | Os rins doentes produzem menos do hormônio que estimula os glóbulos vermelhos | Exames regulares, reposição de ferro e outros tratamentos indicados pela equipe |
| Cálcio e fósforo | O desequilíbrio enfraquece os ossos e pode depositar cálcio nos vasos | Orientação alimentar, remédios que reduzem a absorção do fósforo e acompanhamento de hormônios ligados aos ossos |
| Potássio | Valores muito altos podem alterar o ritmo do coração | Orientação sobre alimentos ricos em potássio e revisão dos remédios |
| Líquidos | Quem urina pouco acumula o que bebe até a próxima sessão | Limite de líquidos combinado com a equipe, conforme a urina que a pessoa ainda produz |
| Acesso vascular | A fístula ou o cateter são a ligação com a máquina | Cuidados de higiene e observação diária |
A alimentação de quem faz hemodiálise é diferente da alimentação da fase inicial da doença renal. Em termos gerais, costuma ser orientado reduzir o sal, que aumenta a sede e a pressão; atenção aos alimentos ricos em potássio e em fósforo, como alguns alimentos industrializados; e manter uma boa quantidade de proteína, já que parte dela se perde na diálise. Os líquidos incluem não só a água, mas também sucos, sopas, gelo e frutas muito aquosas.
Essas orientações mudam conforme os exames e a quantidade de urina que cada pessoa ainda produz. Por isso, o ideal é que sejam feitas de forma individual, com a nefrologista e, quando possível, com nutricionista. Nada de cortar alimentos por conta própria: restrição excessiva também faz mal.
Muitas pessoas em hemodiálise podem ser avaliadas para o transplante renal, com rim de doador vivo ou de doador falecido, pela lista do Sistema Nacional de Transplantes. A Dra. Jéssica fez fellowship em transplante renal e transplante duplo pâncreas-rim no Hospital São Lucas, e essa formação ajuda a orientar o caminho: entender se há indicação, organizar os exames da avaliação e manter a saúde em dia enquanto você aguarda. Para quem tem diabetes tipo 1, a conversa pode incluir o transplante pâncreas-rim.
Procure o pronto-socorro ou ligue 192 (SAMU), e avise a Dra. Jéssica e a clínica de diálise, se você tiver:
Na dúvida, não espere em casa nem a próxima sessão.
O atendimento é particular, no consultório de Ipanema ou por consulta on-line, o que ajuda quem já passa muitas horas por semana na clínica. Valores, agendamento e horários são combinados pelo WhatsApp. Veja também a página de contato.
O acompanhamento com a Dra. Jéssica acontece no consultório de Ipanema ou por vídeo. As sessões de hemodiálise seguem com a equipe da sua clínica de diálise, e as duas frentes conversam entre si.
Muitas pessoas conseguem viajar, desde que as sessões sejam programadas com antecedência em uma clínica no destino. Converse com a sua equipe antes de planejar.
Depende da quantidade de urina que você ainda produz e do ganho de peso entre as sessões. O limite é individual e deve ser combinado com a sua nefrologista e a equipe da diálise.
Porque os rins doentes produzem menos do hormônio que estimula a produção dos glóbulos vermelhos, e a diálise não substitui essa função. A anemia é tratada com acompanhamento de exames e remédios indicados pela equipe.
Em alguns casos de lesão renal aguda, os rins se recuperam. Na doença renal crônica avançada, a forma de deixar a diálise costuma ser o transplante renal, avaliado caso a caso.
Sim. A consulta por vídeo permite revisar exames e remédios sem mais um deslocamento na semana. Quando o exame físico for necessário, a consulta presencial é combinada.
Conte pelo WhatsApp há quanto tempo você faz hemodiálise e o que mais preocupa você hoje. Você recebe a resposta com as opções de horário. Conheça também a página inicial e as perguntas frequentes.
Acompanhamento para preservar a função que os rins ainda têm, com plano feito junto com você.
ConhecerPreparo antes e cuidado depois do transplante, inclusive com doador vivo.
ConhecerAcompanhamento do transplante duplo para quem tem diabetes tipo 1 e doença renal avançada.
ConhecerConsultas no consultório de Ipanema ou por vídeo, do primeiro exame alterado ao transplante. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e envie os seus exames.
Falar no WhatsApp · (21) 99220-9951