Respostas da Dra. Jéssica Miari sobre consulta, exames dos rins, doença renal, diálise e transplante.
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Nesta página, a Dra. Jéssica Miari, nefrologista no Rio de Janeiro, responde às dúvidas mais comuns sobre a consulta no consultório de Ipanema e on-line, sobre exames como creatinina e urina, sobre sintomas como espuma e inchaço, sobre doença renal crônica e hemodiálise e sobre o transplante renal.
Quando um exame mostra creatinina ou ureia acima da referência, taxa de filtração glomerular (TFG) reduzida, proteína ou sangue na urina; quando há inchaço, pressão alta de difícil controle, infecções urinárias ou pedras que se repetem; e para acompanhar diabetes e pressão alta de longa data. Quem faz hemodiálise ou é transplantado também precisa de acompanhamento nefrológico. Veja a página inicial.
Pelo WhatsApp (21) 99220-9951. Conte o motivo do contato e se prefere a consulta em Ipanema ou por vídeo. O consultório atende às quintas-feiras, das 14h às 16h, e outros horários são combinados pelo WhatsApp. Mais detalhes em contato.
O atendimento é particular. Valores e agendamento são informados pelo WhatsApp.
Os exames antigos e os recentes, de sangue, de urina e de imagem, a lista de todos os remédios que você usa, relatórios de outros médicos e, se tiver, as medidas de pressão feitas em casa.
É feita por vídeo, com os exames enviados antes pelo WhatsApp. Serve para revisar resultados, ajustar o plano e dar continuidade ao acompanhamento. Quando o exame físico for necessário, a Dra. Jéssica orienta a consulta presencial. Veja a consulta com nefrologista on-line.
Pode ser, mas não sempre. A creatinina depende da idade, do sexo, da massa muscular, da hidratação e do laboratório, e um resultado isolado precisa ser comparado com exames anteriores e com a sua história. A partir dela se calcula a taxa de filtração glomerular. Saiba mais em creatinina alta.
É uma estimativa de quanto sangue os rins conseguem filtrar por minuto, calculada a partir da creatinina, da idade e do sexo. Uma taxa abaixo de 60 mL/min/1,73 m² por mais de três meses é um dos critérios de doença renal crônica, mas a interpretação depende do laboratório e da pessoa.
Um pouco de espuma de vez em quando costuma ser normal. Espuma persistente, que demora a desaparecer, pode indicar perda de proteína pela urina e merece um exame de urina com pesquisa de proteína ou albumina. Veja em espuma na urina.
Não. O sangue pode vir dos rins ou das vias urinárias, como a bexiga e a uretra, e às vezes só aparece no exame. A investigação ajuda a separar as causas e a definir qual médico deve acompanhar. Saiba mais em sangue na urina.
Pode. Os rins doentes podem reter líquido e perder proteína, o que causa inchaço nas pernas, nos tornozelos e ao redor dos olhos. Mas o coração, o fígado, as veias e alguns remédios também causam inchaço. Veja em inchaço nas pernas.
Febre com dor lombar e calafrios, urina muito escura e em pouca quantidade, falta de ar com inchaço, cólica renal que não cede, sangue vivo com coágulos na urina e febre em quem é transplantado. Nesses casos, procure o pronto-socorro ou ligue 192 (SAMU) e avise a médica.
A doença renal crônica (DRC) é a perda da função dos rins, ou a presença de lesão nos rins, que dura mais de três meses. Ela é classificada em estágios conforme a taxa de filtração glomerular e a perda de proteína na urina. O acompanhamento busca proteger a função que resta. Saiba mais em doença renal crônica.
Sim. São as causas mais frequentes de doença renal crônica, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Por isso, quem tem diabetes ou pressão alta deve acompanhar os rins com exames periódicos. Veja doença renal do diabetes e pressão alta e rins.
Não. Muitas pessoas com doença renal crônica nunca chegam à diálise. O ritmo de evolução varia, e o acompanhamento regular ajuda a controlar os fatores que aceleram a perda de função.
O acompanhamento nefrológico próximo ajuda a revisar exames, ajustar remédios, cuidar da pressão, da anemia e da alimentação, e avaliar a possibilidade de transplante. Veja em acompanhamento em hemodiálise.
Pessoas com doença renal crônica avançada, em diálise ou próximas dela, podem ser avaliadas para o transplante. A indicação depende de exames e da avaliação clínica completa, feita pela nefrologista e pela equipe do centro transplantador. Saiba mais em transplante renal.
Sim. O rim pode vir de um doador falecido, pela fila organizada pelo Sistema Nacional de Transplantes, ou de um doador vivo, conforme as regras da legislação brasileira e após avaliação cuidadosa da saúde do doador.
É o transplante simultâneo de um pâncreas e de um rim, indicado para algumas pessoas com diabetes tipo 1 e doença renal avançada. Veja em transplante pâncreas-rim.
Sim, por toda a vida. O transplantado usa imunossupressores, remédios que evitam a rejeição do órgão, e precisa de exames regulares para acompanhar a função do rim, as infecções e os efeitos dos remédios. Febre em transplantado pede pronto-socorro e aviso à médica.
Envie a sua pergunta pelo WhatsApp. Endereço e horários estão na página de contato, a formação da médica em sobre a Dra. Jéssica, e todos os atendimentos na página inicial.
Entender o resultado do exame e saber se existe perda de função dos rins.
ConhecerEspuma que persiste e proteína na urina, um dos sinais mais precoces.
ConhecerInvestigar de onde vem o sangramento, visível ou só no exame.
ConhecerConsultas no consultório de Ipanema ou por vídeo, do primeiro exame alterado ao transplante. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e envie os seus exames.
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