Avaliação dos rins durante a internação, conversa com a equipe e com a família e continuidade no consultório depois da alta, com a Dra. Jéssica Miari.
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Quando os rins pioram durante uma internação, a avaliação de uma nefrologista no hospital ajuda a entender a causa e a ajustar o tratamento. A Dra. Jéssica Miari, nefrologista no Rio de Janeiro, faz visita hospitalar em hospitais do Rio de Janeiro, combinada pelo WhatsApp, conversa com a equipe e a família e continua o cuidado no consultório depois da alta.
A visita hospitalar da nefrologista acontece a pedido da família ou do próprio paciente, em comum acordo com a equipe que conduz a internação.
A lesão renal aguda (LRA) é a piora rápida da função dos rins, em horas ou dias. Ela é comum em pessoas internadas, porque várias situações do hospital podem sobrecarregar os rins ao mesmo tempo. Entre as causas mais frequentes estão:
Quem já tem doença renal crônica, diabetes, pressão alta ou idade mais avançada tem mais risco. A boa notícia é que, muitas vezes, a lesão renal aguda melhora quando a causa é tratada. Ainda assim, ela merece acompanhamento depois da alta, porque pode deixar o rim mais frágil.
A Dra. Jéssica Miari é médica nefrologista com Registro de Qualificação de Especialista (RQE 52916), com residência em Clínica Médica no Hospital Federal dos Servidores do Estado e residência em Nefrologia no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na visita, ela:
A conduta é sempre construída junto com a equipe médica que acompanha a internação. A nefrologista soma o olhar dos rins a esse cuidado.
Muitos remédios são eliminados pelos rins. Quando a filtração cai, eles podem se acumular no corpo e causar efeitos indesejados, ou podem eles mesmos agravar a lesão renal. A tabela abaixo mostra, de forma geral, o que costuma ser revisado. A decisão é sempre individual e tomada em conjunto com a equipe.
| O que se revisa | Por quê |
|---|---|
| Antibióticos e outros remédios eliminados pelos rins | Podem precisar de ajuste conforme a função renal do momento |
| Anti-inflamatórios | Podem reduzir o fluxo de sangue para os rins |
| Remédios para pressão e diuréticos | Podem precisar de pausa ou ajuste quando a pressão cai ou há desidratação |
| Contraste de exames de imagem | Exige avaliação do risco e cuidados antes e depois do exame |
| Imunossupressores, no transplantado | Precisam de nível no sangue controlado e atenção a interações |
Uma internação costuma trazer muitas informações ao mesmo tempo, vindas de profissionais diferentes. A Dra. Jéssica explica à família, em palavras simples, o que está acontecendo com os rins, o que se espera dos próximos dias e quais decisões podem ser necessárias, como a indicação de diálise. As dúvidas da família são ouvidas com tempo, e as informações são alinhadas com a equipe que conduz a internação, para que todos falem a mesma língua.
A alta não encerra o cuidado com os rins. Depois de uma lesão renal aguda, vale repetir os exames nas semanas seguintes, revisar os remédios que foram suspensos ou trocados e verificar se a função voltou ao que era antes. Algumas pessoas se recuperam totalmente; outras ficam com perda parcial, que passa a ser acompanhada como doença renal crônica.
A Dra. Jéssica continua esse acompanhamento no consultório de Ipanema ou por consulta on-line, já conhecendo o que aconteceu durante a internação. Quem saiu do hospital em diálise encontra mais informações na página de acompanhamento em hemodiálise, e quem é transplantado, na página sobre transplante renal. Se a internação começou por uma alteração da creatinina, veja também a página sobre creatinina alta.
Procure o pronto-socorro ou ligue 192 (SAMU), e avise a Dra. Jéssica, se, depois da alta, você perceber:
Na dúvida, não espere em casa.
A visita hospitalar é um atendimento particular, feito em hospitais do Rio de Janeiro e combinado pelo WhatsApp. Valores, disponibilidade e o hospital da internação são conversados no primeiro contato. Depois da alta, o acompanhamento segue no consultório. Veja também a página de contato.
A visita é feita em hospitais do Rio de Janeiro e combinada pelo WhatsApp. Informe o hospital da internação no primeiro contato.
Sim. A família ou o próprio paciente pode solicitar a visita, que acontece em comum acordo com a equipe responsável pela internação.
Muitas vezes, sim, principalmente quando a causa é identificada e tratada cedo. Algumas pessoas ficam com perda parcial da função, e por isso o acompanhamento depois da alta é importante.
Não. A maior parte dos casos é tratada sem diálise. Quando ela é necessária, pode ser temporária, até os rins se recuperarem. A indicação é discutida com a equipe da internação.
Não. A nefrologista soma a avaliação dos rins ao cuidado da equipe que conduz a internação, e as decisões são tomadas em conjunto.
É recomendável. Os exames devem ser repetidos para confirmar se a função dos rins voltou ao que era antes e para revisar os remédios.
Conte pelo WhatsApp em qual hospital a pessoa está internada e o que a equipe informou sobre os rins. Você recebe a resposta sobre a disponibilidade da visita. Conheça também a página inicial e as perguntas frequentes.
Acompanhamento para preservar a função que os rins ainda têm, com plano feito junto com você.
ConhecerPreparo antes e cuidado depois do transplante, inclusive com doador vivo.
ConhecerAcompanhamento do transplante duplo para quem tem diabetes tipo 1 e doença renal avançada.
ConhecerConsultas no consultório de Ipanema ou por vídeo, do primeiro exame alterado ao transplante. Conte pelo WhatsApp o que você precisa e envie os seus exames.
Falar no WhatsApp · (21) 99220-9951