Símbolo da Dra. Jéssica Miari, um rim em traço fino com flores dentro Dra. Jéssica MiariNefrologia · Transplante
Dúvidas

Perguntas frequentes

Respostas da Dra. Jéssica Miari sobre consulta, exames dos rins, doença renal, diálise e transplante.

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CRM-RJ 5201155628  ·  RQE 52916
Selo da Dra. Jéssica Miari, nefrologia e transplante, com o rim e as flores ao centro

Nesta página, a Dra. Jéssica Miari, nefrologista no Rio de Janeiro, responde às dúvidas mais comuns sobre a consulta no consultório de Ipanema e on-line, sobre exames como creatinina e urina, sobre sintomas como espuma e inchaço, sobre doença renal crônica e hemodiálise e sobre o transplante renal.

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Consulta e agendamento

Perguntas sobre consulta e agendamento

Quando devo procurar um nefrologista?

Quando um exame mostra creatinina ou ureia acima da referência, taxa de filtração glomerular (TFG) reduzida, proteína ou sangue na urina; quando há inchaço, pressão alta de difícil controle, infecções urinárias ou pedras que se repetem; e para acompanhar diabetes e pressão alta de longa data. Quem faz hemodiálise ou é transplantado também precisa de acompanhamento nefrológico. Veja a página inicial.

Como agendar uma consulta com a Dra. Jéssica?

Pelo WhatsApp (21) 99220-9951. Conte o motivo do contato e se prefere a consulta em Ipanema ou por vídeo. O consultório atende às quintas-feiras, das 14h às 16h, e outros horários são combinados pelo WhatsApp. Mais detalhes em contato.

A Dra. Jéssica atende por convênio?

O atendimento é particular. Valores e agendamento são informados pelo WhatsApp.

O que levar na primeira consulta?

Os exames antigos e os recentes, de sangue, de urina e de imagem, a lista de todos os remédios que você usa, relatórios de outros médicos e, se tiver, as medidas de pressão feitas em casa.

Como funciona a consulta on-line?

É feita por vídeo, com os exames enviados antes pelo WhatsApp. Serve para revisar resultados, ajustar o plano e dar continuidade ao acompanhamento. Quando o exame físico for necessário, a Dra. Jéssica orienta a consulta presencial. Veja a consulta com nefrologista on-line.

Exames e sintomas

Perguntas sobre exames e sintomas

Creatinina alta é sinal de problema nos rins?

Pode ser, mas não sempre. A creatinina depende da idade, do sexo, da massa muscular, da hidratação e do laboratório, e um resultado isolado precisa ser comparado com exames anteriores e com a sua história. A partir dela se calcula a taxa de filtração glomerular. Saiba mais em creatinina alta.

O que significa a taxa de filtração glomerular?

É uma estimativa de quanto sangue os rins conseguem filtrar por minuto, calculada a partir da creatinina, da idade e do sexo. Uma taxa abaixo de 60 mL/min/1,73 m² por mais de três meses é um dos critérios de doença renal crônica, mas a interpretação depende do laboratório e da pessoa.

Espuma na urina é preocupante?

Um pouco de espuma de vez em quando costuma ser normal. Espuma persistente, que demora a desaparecer, pode indicar perda de proteína pela urina e merece um exame de urina com pesquisa de proteína ou albumina. Veja em espuma na urina.

Sangue na urina sempre vem dos rins?

Não. O sangue pode vir dos rins ou das vias urinárias, como a bexiga e a uretra, e às vezes só aparece no exame. A investigação ajuda a separar as causas e a definir qual médico deve acompanhar. Saiba mais em sangue na urina.

Inchaço nas pernas pode ser dos rins?

Pode. Os rins doentes podem reter líquido e perder proteína, o que causa inchaço nas pernas, nos tornozelos e ao redor dos olhos. Mas o coração, o fígado, as veias e alguns remédios também causam inchaço. Veja em inchaço nas pernas.

Quais sinais exigem ir ao pronto-socorro?

Febre com dor lombar e calafrios, urina muito escura e em pouca quantidade, falta de ar com inchaço, cólica renal que não cede, sangue vivo com coágulos na urina e febre em quem é transplantado. Nesses casos, procure o pronto-socorro ou ligue 192 (SAMU) e avise a médica.

Doença renal e diálise

Perguntas sobre doença renal e diálise

O que é doença renal crônica?

A doença renal crônica (DRC) é a perda da função dos rins, ou a presença de lesão nos rins, que dura mais de três meses. Ela é classificada em estágios conforme a taxa de filtração glomerular e a perda de proteína na urina. O acompanhamento busca proteger a função que resta. Saiba mais em doença renal crônica.

Diabetes e pressão alta afetam os rins?

Sim. São as causas mais frequentes de doença renal crônica, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN). Por isso, quem tem diabetes ou pressão alta deve acompanhar os rins com exames periódicos. Veja doença renal do diabetes e pressão alta e rins.

Toda pessoa com doença renal crônica vai precisar de diálise?

Não. Muitas pessoas com doença renal crônica nunca chegam à diálise. O ritmo de evolução varia, e o acompanhamento regular ajuda a controlar os fatores que aceleram a perda de função.

Por que acompanhar a hemodiálise com uma nefrologista?

O acompanhamento nefrológico próximo ajuda a revisar exames, ajustar remédios, cuidar da pressão, da anemia e da alimentação, e avaliar a possibilidade de transplante. Veja em acompanhamento em hemodiálise.

Transplante

Perguntas sobre transplante

Quem pode fazer transplante renal?

Pessoas com doença renal crônica avançada, em diálise ou próximas dela, podem ser avaliadas para o transplante. A indicação depende de exames e da avaliação clínica completa, feita pela nefrologista e pela equipe do centro transplantador. Saiba mais em transplante renal.

O rim pode vir de um doador vivo?

Sim. O rim pode vir de um doador falecido, pela fila organizada pelo Sistema Nacional de Transplantes, ou de um doador vivo, conforme as regras da legislação brasileira e após avaliação cuidadosa da saúde do doador.

O que é o transplante duplo pâncreas-rim?

É o transplante simultâneo de um pâncreas e de um rim, indicado para algumas pessoas com diabetes tipo 1 e doença renal avançada. Veja em transplante pâncreas-rim.

Depois do transplante, o acompanhamento continua?

Sim, por toda a vida. O transplantado usa imunossupressores, remédios que evitam a rejeição do órgão, e precisa de exames regulares para acompanhar a função do rim, as infecções e os efeitos dos remédios. Febre em transplantado pede pronto-socorro e aviso à médica.

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Símbolo da Dra. Jéssica Miari, um rim em traço fino com flores dentro
Dra. Jéssica MiariMédica nefrologista · CRM-RJ 5201155628 · RQE 52916Conteúdo escrito com a médica. Atualizado em 28/10/2026.
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